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Apresentando destaque na genética – animais da Estância Canhadão foram premiados

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Cordeiros da Estância Canhadão, foram premiados no 2º Leilão Top Ovinos ATEG, realizado no Parque de Exposições Nova Vicenza, em Água Doce (SC). Segundo a organização, é um trabalho desenvolvido pelo SENAR e a ATEG, com a seleção de produtores com potencial de crescimento para desenvolver a genética e fomentar a ovinocultura.De acordo com o produtor, Lucas Araújo Camargo, a intenção é formar um Núcleo destes em Palmas. “Temos o apoio da Prefeitura, secretaria de Agricultura e Sindicato Rural. Haverá uma escala de produção mantendo um padrão de produção dos cordeiros a nível local. São 7 mil animais no plantel do município e 200 produtores. Temos um grande potencial”, argumentou ele.

Segundo o produtor, um técnico da ARCOR, faz a seleção genética dos animais. “Lembrando que o rebanho da propriedade Estância é comercial para carne, com melhoramento genético que vem ocorrendo há 20 anos”.

Mercado

Camargo, afirmou que a ovinocultura vem num crescimento em Palmas. “Frigoríficos de outros locais estão nos procurando, diante disso, estamos tentando mobilizar os produtores para a entrega da produção e viabilizar ainda mais este segmento trazendo lucro aos produtores, especificamente, os pequenos. Apesar da crise que o país vem enfrentando, a ovinocultura tem um papel importante na economia”.

Consumo

O produtor informou que em comparação a produção nacional, o brasileiro consome 35 kg de carne de bovino por habitante e apenas 1,5 kg carne de ovinos. “Há um leque grande para se aumentar o consumo, atuamos para que a carne de cordeiro faça parte do cotidiano de consumo dos brasileiros, é uma carne mais sadia, com menos hormônio, o cordeiro é um animal mais “verde”.

Dados

Especialistas revelaram que são 13,8 milhões de ovinos no Brasil. A região nordeste é a maior produtora com 9 milhões, representando mais de 65% do rebanho total do país. Anteriormente, o Rio Grande do Sul, era o maior produtor. A comercialização de ovinos cresceu quase 50% e o valor comercializado chegou a mais de R$ 641 milhões em 2017.

Explicaram também que são sete pontos cruciais para os produtores da ovinocultura atuarem, o combate a desinformação, integração da cadeia produtiva, oferta e demanda, ausência de cultura de consumo da carne de cordeiro, poucos frigoríficos especializados em ovinos, abate clandestino e a falta de políticas públicas para o setor.

Agradecimentos

“Agradeço aos meus clientes pela venda permanente da carne de ovino, porém, os outros produtores têm dificuldade neste quesito”.

 

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